
A PF afirma no relatório que tanto as provas do primeiro dia quanto as do segundo dia do exame e a redação vazaram antes do início da aplicação para, pelo menos, dois candidatos. Isto caracterizaria crime de estelionato qualificado.
“Uma quadrilha organizada nacionalmente teve acesso antecipado às provas. Isso compromete a lisura do exame e a própria credibilidade da logística de segurança que vem sendo aplicada”, afirmou o procurador da República Oscar Costa Filho.
Em um trecho do relatório, a PF conta que na análise de celulares apreendidos nos dias do exame, foi verificado que os candidatos receberam fotografias das provas e tiveram acesso aos gabaritos e ao tema da redação antecipadamente.








