Depois da novela envolvendo uma série de ofertas ignoradas pelo Brasil em 2020, a Pfizer propôs ao governo federal uma nova proposta. Desta vez, a empresa pretende negociar “no mais curto prazo possível” a compra de vacinas contra a Covid-19 visando 2022 e 2023.
O relato foi feito pela cônsul-geral do Brasil em Nova York, nos Estados Unidos, embaixadora Maria Nazareth Farani Azevêdo, sobre reunião com o vice-presidente da Pfizer, Jon Selib, em abril deste ano. A informação foi obtida pelo portal UOL.
A proposta da Pfizer para que o governo passasse a negociar mais doses se embasou em alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que o novo coronavírus deve ser controlado por meio de uma vacinação periódica e uma série de outras medidas.
Ainda de acordo com Maria Nazareth, o executivo da Pfizer afirmou que a empresa tem “interesse em seguir oferecendo vacinas e medicamentos ao governo brasileiro” e reconheceu que o Brasil é “muito importante para a empresa, um dos seus maiores mercados”.
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