O ministro da Cultura, Roberto Freire (PPS), passou mal ao saber que estava na lista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, segundo informações da coluna Radar Online, da revista Veja.
De acordo com a publicação, o socialista teve picos de pressão alta. No entanto, Fachin não abriu inquérito contra Roberto Freire, mas determinou o retorno do caso à Procuradoria-Geral da República (PGR) para uma nova manifestação.
O deputado federal licenciado é suspeito de receber R$ 200 mil não contabilizados durante a campanha à Câmara dos Deputados de 2010.
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