Uma pesquisa conduzida por pesquisadores da Universidade de Toledo, nos Estados Unidos, apontou que um ano após a adoção de pets, os participantes do experimento tiveram uma redução significativa na depressão, ansiedade e solidão. Os participantes foram recrutados através de uma iniciativa norte-americana que consegue casas para que cachorros de rua atuem como animais de apoio emocional, o Hope and Recovery Pet (HARP).
Todos os voluntários eram de renda baixa, com transtorno mental crônico e que viviam sozinhos, e antes da adoção ser concretizada eles precisaram realizar um teste para comprovar as doenças.
Na análise, os pesquisadores também coletaram amostras de saliva para fazer a análise de três biomarcadores de estresse e de conexão: ocitocina, hormônio que é liberado durante interações de vínculo, cortisol, hormônio do estresse que aumenta risco de doenças, e alfa-amilase, enzima encontrada na saliva que pode indicar níveis altos de estresse.
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