
Especialistas examinaram nove cápsulas, sendo oito do lote UZZ 18, vendido pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) em dezembro de 2006 para o Departamento da Polícia Federal em Brasília e distribuído para todo o país. A nona faz parte de um carregamento importado, e, de acordo com investigadores, tem características especiais, semelhantes à de um projétil disparado em um homicídio que ocorreu em outro ponto da Região Metropolitana do estado.
As digitais encontradas nas cápsulas, nas palavras dos peritos, estão fragmentadas. Isso significa que, num primeiro momento, não podem ser comparadas com as armazenadas no banco de dados das polícias do Rio e Federal. Porém, segundo agentes que atuam no caso, é possível confrontá-las com as de um eventual suspeito.
– Elas são microscópicas, fragmentadas. Estamos fazendo todo o esforço possível – afirmou um policial que participa da investigação.
O trabalho da perícia nas cápsulas impressionou o secretário de Segurança, Richard Nunes, conforme adiantou em sua coluna Ancelmo Gois. De acordo com o colunista, a qualidade técnica foi elogiada pelo secretário.
Fonte: Ibahia.








