
As gestões se referem a 2016. Conforme a Corte de Contas, as contas de Jaguaquara foram rejeitadas devido à reincidência na extrapolação do limite para gastos com pessoal, atingindo 66,09% da receita corrente líquida do município.
O máximo permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) é 54%. Martinelli também transferiu valores acima do permitido para Câmara de Vereadores. Os ex-gestores punidos foram de Aporá, João da Silva Neto; de Macururé, Silma Eliane Carvalho; Novo Horizonte, Itamar Lopes da Costa; Piraí do Norte, Heráclito Menezes Leite; Manoel Vitorino, Lenilton Pereira Lopes; e Pojuca, Antônio Jorge Nunes.
A maioria das rejeições se refere ao descumprimento da LRF. Cabe recurso para todas as decisões.
BN








