
No entendimento de Janot, que teve os pedidos de prisão dos investigados acolhidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, ao que tudo indica, a omissão de fatos nos depoimentos de delação foi intencional.
“Instados a comparecer a Procuradoria-Geral da República no dia 07/09/2017, os colaboradores foram evasivos, deixaram de apresentar fatos importantes e levantaram explicações confusas. Outrossim, reconheceram que há informações e áudios não entregues”, alega Janot.
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