
Segundo a decisão, foram lavrados autos de infração contra o clube por exploração de mão de obra infantil, introdução de atividades no esporte classificadas de alto rendimento de forma precoce e pela manutenção do jovens em locais inapropriados e sem isonomia com os atletas em formação nos alojamentos oficiais.
A partir de depoimentos de atletas em formação recém-contratados e por meio de inspeções feitas nas dependências do clube, os auditores-fiscais do Trabalho e o procurador do Ministério Público do Trabalho Luís Carlos Gomes descobriram que o Bahia acompanha o desenvolvimento de atletas com idades inferiores a 14 anos, o que é proibido pela Lei Pelé, e que isso é feito fora do clube, em casas de família.
Os jovens menores de 14 anos foram encaminhados para o Conselho Tutelar de Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador. Aqueles com mais de 14 anos foram remanejados para as dependências oficiais do clube e contratados como atletas em formação, com autorização de seus responsáveis.
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