
O julgamento do pedido de prisão contra o tucano será julgado na próxima terça-feira (20), ao mesmo tempo que o pedido de anulação do afastamento, apresentado pela defesa. “A despeito da suspensão do exercício das funções parlamentares, decretada judicialmente no âmbito dessa Ação Cautelar, Aécio Neves continuou exercendo suas funções, conforme reunião divulgada por ele mesmo em redes sociais no dia 30/05/2017”, disse Janot.
De acordo com Janot, o senador fez “uso espúrio do poder político” e que isso é possibilitado pelo “aspecto dinâmico de sua condição de congressista representado pelo próprio exercício do mandato em suas diversas dimensões, inclusive a da influência sobre pessoas em posição de poder”. Outro ponto criticado por Janot foi a “plena liberdade de movimentação espacial e de acesso a pessoas e instituições” de Aécio, o que “lhe permite manter encontros indevidos em lugares inadequados”.
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