
O processo afirma que a montadora usou 3 diferentes dispositivos fraudulentos para garantir que os veículos atingissem as exigências mínimas de emissão de poluentes no mercado norte-americano. Na vida real, as picapes emitem de 2 a 5 vezes mais óxidos de nitrogênio (NOx) do que o permitido pela legislação, de acordo com a ação. A General Motors ainda não comentou o caso.
Diferentemente dos casos de Volkswagen e Fiat Chrysler, que foram acusadas pela agência ambiental norte-americana, a General Motors é processada em nome de cerca de 705 mil proprietários das picapes com motor a diesel da família Duramax, dos anos 2011 a 2016. Um dos escritórios de advocacia que entrou com a ação estava envolvido no “dieselgate” da Volkswagen e ajudou a negociar os acordos bilionários de indenização. (Auto Esporte)








