
Por isso, Esther afirma: “A intimidade torna-se cruel quando exclui qualquer possibilidade de descoberta”, escreveu no campeão de vendas nas livrarias “Sexo no Cativeiro”. A autora ainda acrescenta: “Quando não existe nada mais a esconder, não existe nada mais a procurar”. Esther não se preocupa caso seja mal compreendida por uma suposta propaganda da infidelidade. “Qualquer coisa que eu possa fazer que inclua a ambiguidade nas vidas complicadas que levamos, me sentirei fazendo algo de bom no mundo”, concluiu








