
Segundo a Superinteressante, o “bafômetro superpotente” contém sensores específicos para detectar as “impressões digitais” deixadas por cada uma das doenças na respiração humana.
Durante as pesquisas, cientistas avaliaram 2.808 amostras “baforadas” por voluntários. As amostras serviram para os pesquisadores diagnosticarem 17 doenças, entre elas, 8 tipos de câncer, Parkinson, problemas inflamatórios intestinais e até mesmo pré-eclâmpsia.
O dispositivo identificou as doenças com 86% de acerto após os testes iniciais. Ainda de acordo com a revista, os próximos passos da pesquisa vão servir para aprimorar a inteligência artificial do experimento, para que a tecnologia possa ser usada com segurança por médicos.








