
Segundo informações de O Globo, em um dos endereços visitados, os investigadores encontraram indícios de que o suposto dono de uma das gráficas pode ser um laranja e seu nome teria sido usado indevidamente para encobrir transações.
O suposto empresário, responsável pela movimentação de altas somas, não soube responder às perguntas dos investigadores.
O endereço registrado como sede da Rede Seg Gráfica e Editora é uma sala comercial em um bairro da periferia de São Paulo. O local tem pouco movimento e, na maioria do tempo, fica fechado, segundo funcionários de outras salas alugadas no prédio de dois andares. Não há qualquer identificação no local da Rede Seg.
No térreo, um depósito seria usado pela Rede Seg para estocar material da gráfica, que tem como proprietário oficial um motorista da empresa, Vivaldo Dias da Silva.








